segunda-feira, 13 de maio de 2013

13 DE MAIO: UM PERSONAGEM ESQUECIDO

Hoje, comemoramos o dia 13 de maio, dia da Libertação dos Escravos. Frequentemente, a História coloca sobre a Princesa Isabel a glória de ter libertado os negros da escravidão no Brasil. Não se trata de um erro, apenas algo incompleto.

Ninguém fala de uma pessoa que apresentou o projeto de lei. Ele que tomou a iniciativa de apresentar o projeto de lei para Libertação Total dos Escravos. Quem foi esse cara?

Para orgulho de todos, era um pernambucano. Era o Conselheiro João Alfredo Correia de Oliveira (1835-1915). Se a Princesa Isabel merece as honras por ter assinado a lei, João Alfredo merece as honras por ter apresentado o projeto de lei que libertou os escravos, sancionadas pelas princesa regente. Confira uma breve biografia de João Alfredo, direto da Wikipédia:

João Alfredo Correia de Oliveira1 (Ilha de Itamaracá, 12 de dezembro de 1835Rio de Janeiro, 6 de março de 1915) foi um político, abolicionista e monarquista brasileiro.
Como conservador progressista esteve ligado à formulação da Lei do Ventre Livre e da Lei Áurea. Foi também o principal artífice da primeira lei universalizante sobre o registro civil no Brasil, em 1874.
Foi deputado provincial, deputado geral, ministro do Império (o ministro mais longevo no cargo em toda a monarquia), ministro da Agricultura, ministro da Fazenda (de 10 de março de 1888 a 7 de junho de 1889), conselheiro de Estado, presidente de província (Pará e São Paulo) e senador de 1877 a 1889.
Foi presidente do Conselho de Ministros (primeiro-ministro de D. Pedro II), de 10 de março de 1888 a 7 de junho de 1889. Seu ministério assegurou a aprovação parlamentar do projeto da Lei Áurea, sancionada pela Princesa Isabel, que exercia o cargo de regente do império em razão de viagem do Imperador à Europa.
Depois da proclamação da república presidiu o Banco do Brasil.
A Rua Conselheiro João Alfredo, em Belém do Pará, foi batizada em sua homenagem.

Que tal procurarmos pesquisar mais sobre esse grande homem que também pode ser considerado o libertador dos escravos no Brasil?

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