quarta-feira, 10 de julho de 2013

A COBRA FUMOU EM SESSÃO NA CÂMARA DE CARUARU

Durante a reunião da Câmara Municipal na noite dessa terça (09) em Caruaru, em meio a um protestos dos professores da rede municipal, o vereador Jajá (PPS) alegou que teria sofrido uma tentativa de agressão por outro edil, Romildo Oscar (PTN), após uma discussão quando a reunião foi suspensa, justamente por conta das manifestações na galeria da Casa. Logo depois, Jajá sofreu uma convulsão e desmaiou no plenário, sendo levado até a sala de imprensa e atendido pelo vereador Demóstenes Veras (PSD), que é médico. No contexto Romildo Oscar evita comentar desentendimento com Jajá Sobre o motivo que levou a esse incidente, as primeiras informações dão conta de que Romildo teria tentado dar um murro em Jajá, por considerar que o edil o ofendeu, quando vereadores discutiam, na sala de Comissões e Reuniões, o teor dos protestos dos professores. Enquanto a maioria dos vereadores de oposição permaneceu no plenário, a assessoria de Jajá informou que o vereador teria ido verificar os que demais edis estariam discutindo e foi aí que o incidente ocorreu. Na verdade, alguns vereadores teriam reclamado do discurso de Jajá, que defendeu na tribuna um projeto de autoria dele que propõe um Dia Municipal da Educação. Devido às críticas duras de Jajá à prefeitura e à cobrança pela aprovação do projeto, que ainda tramita na Casa, alguns edis teriam insinuado que isso serviu para incitar a manifestação promovida pelos professores na Câmara. O projeto prevê que a data seja o dia 31 de janeiro, data em que o polêmico PCC foi aprovado, o que soou como provocação aos ouvidos dos edis que votaram a favor. O presidente da Casa, Leonardo Chaves (PSD), presenciou toda a confusão e explicou em detalhes ao blog. “O clima estava tenso e houve uma discussão entre Jajá e Romildo. Os vereadores reclamaram sobre o discurso de Jajá e o mesmo se defendia. Jajá tocou no assunto da votação do PCC e Romildo disse que ele também votou a favor, foi quando teve início a confusão. Jajá disse que Romildo votou sem ler, ele negou e o próprio Jajá questionou: – Você não é homem para manter a palavra? – Foi quando Romildo se levantou e tentou dar um murro em Jajá. Fiquei entre os dois e consegui evitar. Olhei para Romildo e disse para ele não perder a razão”, comentou o presidente da Casa sobre o que teria motivado a discussão. Já por volta das 22h, assessores e parentes de Jajá o retiraram da Câmara e o encaminharam à UPA Municipal, enquanto a reunião foi encerrada de vez. Leonardo Chaves disse ainda que a Comissão de Ética poderia ser acionada para averiguar o incidente o que de fato ocorreu e avaliar a possibilidade de quebra de decoro parlamentar por parte dos vereadores envolvidos na discussão. Fonte: Blog do Mário Flávio

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