terça-feira, 5 de novembro de 2013

EQUILÍBRIO É A TÔNICA DA SÉRIE B 2013

Felipe Azevedo já jogou no Ceará e acredita que jogo será difícil / Foto: Clemilson Campos/JC Imagem

Felipe Azevedo já jogou no Ceará e acredita que jogo será difícil

Foto: Clemilson Campos/JC Imagem

A cinco rodadas do término da Série B do Campeonato Brasileiro, o equilíbrio ainda é a tônica na briga pelo bloco de cima da competição. A diferença do quarto colocado, que hoje é o Icasa, com 53 pontos, para o décimo, o Figueirense, é de apenas quatro pontos. Desde que a Segundona passou a adotar o sistema de pontos corridos, em 2006, é a menor distância entre essas posições a cinco rodadas do fim.
Em terceiro lugar, com 56 pontos, o Sport está atrás da vice-líder Chapecoense (com 61) e do líder Palmeiras, que tem 70, e já subiu. O time rubro-negro observa com atenção o “comportamento da tabela”. Isso porque esse equilíbrio pode refletir na pontuação final. Historicamente, quando há essa margem pequena entre os postulantes ao acesso, a pontuação necessária para a classificação do quarto colocado fica mais baixa.
“Quando a competição está mais equilibrada, com mais gente brigando para subir e para sair da zona de rebaixamento, geralmente as pontuações diminuem. Foi o que não aconteceu em 2012, quando as cinco primeiras equipes dispararam em relação às outras”, destacou Inaldo Freire, fisiologista do Sport.
No ano passado, a desgarrada de Goiás, Criciúma, Atlético-PR, Vitória e São Caetano fez com que o Azulão não subisse, mesmo acabando com 71 pontos. O Vitória também somou 71, mas faturou a quarta vaga por ter um triunfo a mais. Esse, aliás, foi o único caso em que um time que atingiu e/ou ultrapassou a “margem de segurança” de 63 pontos não se classificou à elite.
Em 2007 e em 2011, anos em que mais equipes estavam na disputa pelo acesso, a pontuação final do quarto foi bem menor. Em 2007, o Vitória ascendeu com 59. Em 2011, o Sport fechou o G-4, com 61. Em 2009, o Atlético-GO subiu com 65, mas conquistaria o objetivo com 63, já que a Portuguesa terminou em quinto, com 62.
“Esse número de 63 pontos não é uma projeção do departamento de fisiologia do Sport, mas sim uma média histórica. Se, neste ano, o alvo vai ser 63, 64 ou 65, só os jogos vão dizer. O importante é o Sport fazer a sua parte e procurar vencer seus jogos”, afirmou Inaldo Freire.
De acordo com o atacante Felipe Azevedo, não existe ansiedade entre os jogadores. “A gente entende a ansiedade da torcida, mas sabemos que não podemos cochilar, pois a diferença ainda é pequena para nossos adversários que também lutam pelo G-4”, enfatizou o atacante Felipe Azevedo.

Fonte: JC Online

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